29.3.03

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Jornal paulista em relação ao jornal mineiro na cobertura da guerra

A Folha On Line procura ser mais completa no que se refere à cobertura da guerra, ela além de trazer mais informações do que o Estado de Minas ainda tem na primeira página vários links com as notícias mais recentes, não só do que acontece em no Iraque, mas com informações sobre conseqüências da guerra em outros países.

Além disso, a Folha tenta relacionar o acontecimento a outros fatos em países próximos onde ocorre o conflito, como a constante intolerância entre israelenses e palestinos, bem como o que pensa o papa sobre o futuro de cristãos e muçulmanos. Enfim, o jornal procura ser bastante abrangente estabelecendo conexões entre o que acontece no Iraque e no resto do mundo.

Com muitas imagens, ilustrações e mapas a Folha enche os olhos do leitor, utilizando-se de muitos recursos multimídia para que se possa entender melhor o os acontecimentos no Iraque dos mais variados ângulos. A estratégia dos envolvidos é explicada por meio de gravuras, procurando informar didaticamente o leitor.

Existe uma chamada para a questão do turismo, como os turistas reagem à guerra. Isso faz perceber que o jornal não está apenas absorvendo as informações sobre o que acontece no Iraque, mas estabelecendo relação entre o conflito e o resto do mundo que não está alheio a um acontecimento dessa natureza. Indiretamente o mundo está envolvido e certamente sofre e sofrerá as conseqüências da guerra

O Estado de Minas tenta mostrar o máximo ao leitor, fazê-lo pensar de forma mais abrangente, quando coloca textos dos professores da Puc Minas falando sobre o assunto.Mas, a Folha tem uma estrutura maior para proporcionar uma informação mais completa. Isso se pode perceber na primeira página, quando o jornal paulista traz mais possibilidades de notícias sobre a guerra, sem, no entanto, deixar de informar sobre outros assuntos de interesse nacional. O Estado de Minas coloca o conflito em destaque na sua primeira página, dando também espaço aos outros assuntos, principalmente os regionais, mas não há muita informação sobre a guerra na primeira página, apenas uma chamada para quem quiser saber mais sobre o assunto. Em relação à Folha, o seu conteúdo, a forma de chamar atenção para o conflito é imensamente menor.

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