Jornais mineiros e a cobertura da guerra
Os jornais Estado de Minas e O Tempo cobrem a guerra no Iraque de forma diferente. Ambos procuram atualizar as notícias, mas o grande jornal dos mineiros é mais preciso nas chamadas, dando as informações detalhadas do que ocorre. A última notícia em ambos era sobre o quanto os ataques atingiam os civis em Bagdá.
O Tempo deu uma chamada mais geral para o assunto, já o Estado de Minas informou na chamada o número de civis mortos e de feridos, além dos militares atingidos. A informação do segundo jornal passa mais confiança nos dados oferecidos, como se um repórter estivesse presenciando os fatos e relatando-os, eles citam várias fontes dando mais credibilidade ao conteúdo. Em O Tempo o texto é bem geral parecendo que foi apenas um texto que pagara das agências de notícias e resumiram para o público, ou seja, alguém apenas repassando uma história que ouviu, mas de forma genérica.
Quanto à distribuição das notícias, a diagramação das páginas o Estado de Minas é mais chamativo, no que se refere à continuidade da notícia. Existem links para outras páginas, oferecendo ao leitor que quer saber mais sobre o conflito uma série de opções. Para isso, o jornal associou-se a Puc Minas, disponibilizando textos de professores dos departamentos de Ciências Sociais e Relações Internacionais, nos quais fazem uma análise dos acontecimentos. Além disso, ainda abrem espaço para a interação com uma enquête, bem como um fórum no qual a participação é pequena, mas o leitor pode dizer o que pensa.
No jornal O Tempo a cobertura limita-se a resumir os fatos, mas quem quer se informar não adianta procurar a página do jornal, pois vai sair de lá sem saber quase nada. A internet é muito rápida e sempre exige atualização e precisão, pois não dá para confiar num conteúdo que seja superficial, uma vez que num click se pode encontrar, informações simultâneas, cruzá-las, para saber a qual oferece confiabilidade.

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